Na queda de braço com o PL — hoje maior bancada, com 23 parlamentares, e que quer controlar todas as comissões permanentes da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) —, a deputada Renata Souza (PSOL) ingressou com mandado de segurança, com pedido de liminar, para se manter como membro e na presidência da Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher. Nesta quarta-feira, o colegiado elegeu a deputada Sarah Poncio (SDD) como nova presidente do grupo. Como vice-presidente, foi escolhida a deputada Índia Armelau (PL).
— Há uma perseguição completa contra o PSOL. Trabalhamos há três anos. Oferecemos espaço para acolhimento humanizado a mulheres. Já atendemos mais de 700 mulheres vítimas de violência, dando suporte psicológico e jurídico. Querem interditar nossa ação parlamentar — reage Renata Souza.
Já Sarah Poncio afirma que, na nova função, seu compromisso será “fortalecer políticas públicas, ampliar a rede de proteção e garantir que as mulheres fluminenses encontrem na comissão um espaço de acolhimento, escuta e resultados concretos”.
— A defesa das mulheres precisa unir esforços e estar acima de qualquer diferença política — acrescenta.
