“Os profissionais, já sabendo das demandas da criança, fizeram toda essa intervenção com o intuito de auxiliar a criança a se regular para depois voltar às atividades corriqueiras da sala de aula”, explicou.
Karla afirmou que a escola é uma unidade pequena e que o ambiente utilizado possui outros materiais, como livros e produtos. Segundo ela, entretanto, o espaço foi organizado para proporcionar condições adequadas durante o período de regulação. “Foi devidamente organizado um espaço com colchonete, com jogos, brinquedos, para ser propício para esse momento de regulação”, disse.
A responsável pela Educação Especial também negou que a criança tenha sido colocada no local com a finalidade de permanecer presa ou sozinha. “Falar que esse espaço era deixar a criança presa, sozinha, isso não existe nas nossas unidades. O local foi pensado para que essa criança pudesse ter benefícios no momento em que ela estava na escola”, afirmou.
