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Sintomas do Transtorno do Espectro Autista poderão ser incluídos em carteiras de vacinação após aprovação na Alerj

O relatório da Polícia Federal (PF) sobre a investigação que envolve o ex-presidente da Alerj, Rodrigo Bacellar, e o desembargador federal Macário Júdice Neto traz novos detalhes sobre a relação entre os dois — e uma informação chamou a atenção de procuradores debruçados no caso.

Os dados extraídos dos celulares, que já integram o material analisado pela PF, indicam que a versão de um suposto encontro entre os dois em uma churrascaria, no Aterro do Flamengo, não coincide com a movimentação dos aparelhos.

A versão do encontro entre Bacellar e o desembargador do Tribunal Regional Federal da 2ª Região é citada na denúncia.

O celular de Macário, no entanto, não registra passagem pelo restaurante nem por Copacabana. Já o aparelho de Bacellar aparece conectado a antenas na região de Copacabana durante toda a noite do dia 2 de setembro.

Entenda o caso

A tese da PF era de que Macário teria se encontrado com Bacellar às vésperas da operação que prendeu Thiego Raimundo dos Santos Silva, conhecido como TH Joias, para vazar as informações da operação que o prendeu.

Como os registros não coincidem com a hipótese do encontro na churrascaria, agentes apuram o que Bacellar fazia em Copacabana naquela noite.

A localização do aparelho em um apartamento na região alimentou, nos bastidores, especulações sobre a possibilidade de um encontro de caráter pessoal. Até agora, porém, não há informação pública que identifique quem estaria com Bacellar no local ou que confirme a natureza desse encontro.

O ponto que chama a atenção é que essa movimentação, segundo quem acompanha o caso, já constaria do material da investigação, mas ainda não foi explicada publicamente.

STF manteve prisão de desembargador

Na manhã desta terça-feira (04), o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, decidiu manter a prisão preventiva do desembargador. Na decisão, o ministro aponta que a prisão preventiva continua sendo “adequada, necessária e proporcional” às circunstâncias do caso.

Macário Júdice era relator do processo do ex-deputado TH Joias quando foi preso.

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