O Departamento de Estado dos Estados Unidos voltou a defender as sanções aplicadas ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), pela Lei Magnitsky. Em resposta a congressistas americanos, o governo Donald Trump afirmou que a medida foi baseada em evidências de graves violações dos direitos humanos e acusou o ministro de autorizar prisões preventivas injustas e restringir a liberdade de expressão.
Na carta, assinada na quinta-feira (15), o governo americano também afirmou apoiar o direito dos brasileiros a eleições livres e justas. Os congressistas haviam questionado se Washington se comprometeria a reconhecer o resultado da eleição presidencial brasileira, mas a resposta não tratou diretamente do assunto. O Departamento de Estado declarou que manterá diálogo com a sociedade brasileira e o próximo governo eleito.
O documento também defendeu a classificação do Comando Vermelho (CV) e do Primeiro Comando da Capital (PCC) como organizações terroristas. Segundo o governo Trump, as facções representam ameaças à segurança dos Estados Unidos e da região. Moraes foi incluído na lista de sancionados pela Lei Magnitsky em julho de 2025, mas teve o nome retirado em dezembro do mesmo ano.
Com informações do O Antagonista
