Por Patrícia Fahlbusch
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Um projeto de lei aprovado pela Comissão de Educação da Câmara quer fortalecer a Política Nacional de Proteção dos Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista e garantir que os futuros professores recebam formação sobre as características do autismo e as metodologias mais adequadas para ensinar esses estudantes.
O texto reforça três pontos principais: diagnóstico precoce, para facilitar a identificação dos sinais do autismo e o encaminhamento das crianças; o uso de metodologias de ensino específicas para estudantes com TEA; e o fortalecimento do suporte pedagógico nas classes comuns da rede regular.
A matéria busca dar mais preparo aos professores para adaptar atividades, promover a inclusão e atender às necessidades desses alunos no dia a dia da sala de aula.
O projeto foi aprovado pela Comissão de Educação e seguiu para a análise da Comissão de Constituição e Justiça. O relator da matéria foi o deputado federal Tarcísio Motta, do PSOL do Rio de Janeiro.
“Nós sabemos que a educação inclusiva, a educação especial das crianças com deficiência é um dos grandes desafios da educação brasileira. E aí nós precisamos formar o professor na universidade para que ele possa conhecer as especificidades das doenças ou das deficiências que os estudantes tem em sala de aula”, afirmou o relator.

