“Todo mundo tem um celular na mão e procura informação na internet”, afirma João Bosco Oliveira, médico e um dos sócios da Raras. A proposta, segundo ele, é usar a IA como início de uma jornada que pode continuar com triagem humana, consulta especializada e, quando necessário, testes genéticos. Hoje, de acordo com Oliveira, a plataforma recebe cerca de 300 conversas por semana.
Ele levou 20 anos para descobrir uma doença rara. Agora, criou uma IA para encurtar essa jornada
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