
A Fifa lançou, na última terça-feira (4), a estratégia de sustentabilidade e direitos humanos para a Copa do Mundo Feminina de 2027, que será disputada no Brasil. O plano reúne 15 objetivos e 27 iniciativas voltadas à responsabilidade social, ambiental, econômica e de governança, com ações previstas antes, durante e depois do torneio nas oito cidades-sede.
O documento, disponível no site da Fifa (veja aqui), tem como foco garantir que a competição deixe um legado positivo para o país. Entre as prioridades estão o combate ao assédio, à discriminação e a qualquer forma de abuso, além da promoção de igualdade, inclusão e do respeito aos direitos humanos em todas as etapas da organização do Mundial.
Uma das principais medidas será a implantação de um sistema para denúncias e encaminhamento de casos de abuso, assédio e discriminação durante a competição, com mecanismos de acolhimento e resposta às vítimas.
Na área ambiental, a Fifa pretende reduzir os impactos da realização do torneio por meio da gestão responsável de resíduos, do incentivo ao uso eficiente de recursos naturais e da adoção de práticas voltadas à redução das emissões de carbono.
O plano também prevê ações para fortalecer a economia local, ampliar oportunidades de trabalho e negócios e estimular a participação de empresas e fornecedores brasileiros na organização do evento. Além disso, a entidade pretende incentivar a acessibilidade, o voluntariado e o engajamento das comunidades que receberão os jogos.
De acordo com a Fifa, a estratégia foi construída em parceria com autoridades brasileiras, cidades-sede e especialistas e será acompanhada ao longo de todo o ciclo da Copa do Mundo Feminina. A entidade afirma que o objetivo é fazer com que o torneio seja uma referência não apenas dentro de campo, mas também em sustentabilidade, inclusão e respeito aos direitos humanos, consolidando um legado duradouro para o futebol feminino no Brasil.
